Algumas portas escondem segredos. Aquela escondia algo muito pior.
Georgetown, Washington. A noite está envolta em névoa quando uma figura solitária se aproxima da residência dos MacNeil. Sob a luz de um antigo lampião, o Padre Lankester Merrin observa a casa onde uma jovem chamada Regan enfrenta uma presença que desafia qualquer explicação racional.
Na janela do andar superior, uma silhueta aguarda.
O confronto ainda nem começou. Mas o horror já está presente.
The Arrival é uma homenagem a uma das imagens mais marcantes de O Exorcista, o clássico romance de William Peter Blatty que ganhou sua lendária adaptação cinematográfica pelas mãos de William Friedkin, em 1973.
Com estética de gravura antiga, contrastes dramáticos e atmosfera gótica, a ilustração reinterpreta a chegada do sacerdote à casa onde fé, dúvida e forças sobrenaturais estão prestes a entrar em conflito.
Uma referência para quem reconhece a cena antes mesmo de ouvir o nome do filme. Para quem cresceu fascinado por histórias de possessão, pelo terror psicológico e por obras que não precisam mostrar um monstro para provocar medo.
Porque, em O Exorcista, o verdadeiro horror não começa quando o padre atravessa a porta.
Ele já estava esperando por sua chegada.